Bomba Atômica

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história, ciência e sociedade

O Átomo

Há mais de 2.000 anos, o filósofo grego Demócrito disse que se um objeto fosse dividido em partes cada vez menores, o resultado seria pedaços tão pequenos que não seria possível dividí-los e chamou esse pequenos pedaços de átomos – palavra grega que significa inseparáveis.

O estudo desta partícula avançou ao longo do tempo, partindo de um modelo que sintetizava todas as diferentes substâncias e reações pela combinação de quatro elementos essênciais: Terra, Ar, Fogo e Água até o modelo proposto por Rutherford no qual o átomo é constituído por um núcleo na região central, dotado de cargas elétricas positivas (prótons P) e partículas sem carga elétrica (nêutrons n), envolvido por uma nuvem de cargas elétricas negativas (elétrons e).

Hoje em dia, a imagem mais ilustrativa para este modelo é vista na figura 1. Nela podemos perceber a concentração de partículas no núcleo  que são os prótons e nêutrons, e circundando este núcleo observamos os elétrons, as partículas de carga elétrica negativa.


Figura 1: Representação usual de um átomo (imagem de http://vacamalhada.com.br/).
 
Sempre que esta figura é vista imaginamos como na verdade é o comportamento de cada partícula que o compõe. 
Por que o elétron pode deixar o átomo? e em que situações ele faz isso?
Outros questionamentos que podemos fazer ao olhar a figura é:
Se o elétron (carga negativa) está ligado ao núcleo por atração elétrica do próton (carga positiva), por que então o próton consegue ficar junto com outros prótons no núcleo do átomo?
A questão é acostumamos a ver o átomo como uma figura idealizada, exatamente como é mostrado acima. 
Mas se compararmos o núcleo à uma bola de golfe e os elétrons circulassem essa bola de golfe, não em uma órbita bem definida, mas em uma região do espaço comparável à um estádio de futebol?
Essas são as dimensões de um átomo: os prótons e nêutrons concentrados em uma região muito mais pequena do que aquela em que os elétrons podem estar.
Entender o porque um átomo tem essa estrutura, bem como saber que existe uma força maior que consegue unir os prótons nessa região, explica a quantidade de energia que um único átomo consegue liberar. 


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